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| A Igreja Ortodoxa na China | ||||||||||||||||
Arcebispo NIKITAS A Igreja Ortodoxa na China No final do século XIX a Igreja Ortodoxa Russa começou a desenvolver ações missionárias na China e, em 1914 já haviam cerca de 50 mil fiéis ortodoxos chineses, além de sacerdotes nativos e um seminário em Pekin. Depois da Revolução de 1917, imigrantes russos vieram a se agregar à comunidade ortodoxa na China que, em 1939, já contava com cinco bispos no país, entre os quais o célebre João Maximovich, além de uma universidade em Manchúria, cerca de 150 paróquias e aproximadamente 200 mil fiéis em toda a China. Depois da Revolução Comunista a maioria dos sacerdotes e fiéis russos foram deportados para a União Soviética, enquanto que outros puderam escapar para o Ocidente. Até o ano de 1955, restavam apenas 30 sacerdotes russos na China.
O Patriarcado de Moscou outorgou, em 1956, o status de Igreja Autônoma à Igreja Ortodoxa da China restabelecendo uma hierarquia russa. Naquele tempo havia somente 20 mil fiéis com um bispo em Shangai, e outro em Pekín. 1996 o Patriarca Ecumênico estabeleceu um metropolita em Hong Kong reafirmando seus vínculos com a Igreja da China e indicou que, falta agora resolver a eleição de um primado; entretanto, a conservação da ortodoxia no país fica sob a responsabilidade de Moscou.
Fonte: Pro-ortodoxia (http://www.geocities.com/pro_ortodoxia/) |
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